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Visto de cima

por Mäyjo, em 15.04.15

Taj Mahal.jpg

Taj Mahal

Agra, Uttar Pradesh, India

27°10′30″N 78°02′31″E

O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, na Índia.

Encomendado em 1632 pelo imperador Mughal Shah Jahan para abrigar o túmulo de sua terceira esposa, Mumtaz Mahal, a estrutura de mármore branco combina elementos dos estilos arquitetónicos Islâmico, Persa, otomanos turcos e indianos .

 

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publicado às 23:25

AS MAIS BELAS CIDADES VISTAS POR UMA BOLHA

por Mäyjo, em 15.04.15

 O mundo é uma bolha

 

 

 

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publicado às 22:11

Visto de cima

por Mäyjo, em 15.04.15

Lower Normandy, France.jpg

Áreas agrícolas

Baixa Normandia, França

48,612879269 °, ° -1,560970423

 

Campos de exploração agrícola cobrem a paisagem ao longo da fronteira dos departamentos de Mancha e Ille-et-Vilaine, na Baixa Normandia, França.

Localizado junto ao Canal Inglês, a área tem um clima oceânico com invernos relativamente amenos e verões temperados.

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publicado às 21:51

JODHPUR, A CIDADE AZUL DA ÍNDIA

por Mäyjo, em 15.04.15

cidade azul_b

A cidade azul da Índia

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publicado às 21:45

Visto de cima: plantas das cidades

por Mäyjo, em 15.04.15

Brøndby , Denmark.jpg

Brøndby Haveby

Brøndby Municipality, Denmark

55 ° 38 ‘12.836031 “N, 12 ° 23’ 58.386726” E

 

Brøndby Haveby (Brøndby cidade jardim) é uma comunidade localizada nos arredores de Copenhaga, na Dinamarca.

Casas com grandes quintais estão centradas em torno de um beco sem saída, com a forma de um cículo, proporcionando aos moradores urbanos a oportunidade de viver fora da cidade e fazer pequenas culturas como ajuda económica ou passatempo  durante os meses de verão.

 

 

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publicado às 21:40

LÂMPADAS LED PODEM AJUDAR A TRAVAR A MALÁRIA

por Mäyjo, em 15.04.15

Original Title: AA_0099sRGB.tif

As lâmpadas LED sempre foram o objecto que melhor personificou as tecnologias verdes devido ao seu grande potencial de poupança energética. Se cada lâmpada convencional fosse trocada por um lâmpada LED, a poupança energética e monetária seria substancial, assim como a redução das emissões.

Desde que foram introduzidas no mercado o seu preço tem vindo a diminuir consistentemente e já não só iluminam as nossas casas como também muitos espaços públicos. Mais recentemente percebeu-se também que as LED podem ajudar a travar doenças como a malária.

A malária é uma das principais causas de morte em África, sendo responsável por cerca de 655.000 mortes todos os anos. Embora exista muita investigação feita na área, os cientistas continuam à procura de melhores formas de tratar e prevenir a doença. Uma destas equipas de cientistas que investiga a maneira de repelir os insectos – os portadores e transmissores do vírus responsável pela malária – fez várias experiências com diferentes intensidades luminosas para perceber como o comportamento dos insectos – que são atraídos pela luz – é afectado.

Através de uma parceria com a Philips, investigadores da Universidade da Califórnia descobriram que as lâmpadas LED emitem menos ondas ultra-violeta, o que atrai menos insectos. “A investigação revela que as lâmpadas LED podem ser ajustadas para evitar determinadas zonas do espectro electromagnético, que podem ter consequências ambientais adversas, e ao mesmo tempo fornecer luz a espaços interiores”, afirma Travis Longcore, investigador principal do estudo, cita o TreeHugger. “Para zonas do globo onde ter janelas nas habitações e utilizar repelente de insectos são práticas incomuns, reduzir as fontes de atracção de insectos é um grande desafio”, acrescenta o investigador.

O estudo comparou a reacção dos insectos a lâmpadas LED ajustadas com lâmpadas LED normais e lâmpadas convencionais. As LED ajustadas atraiam menos 20% de insectos que todas as outras lâmpadas.

Distribuir este tipo de lâmpadas em áreas onde as doenças transmitidas pelos mosquitos causam um elevado número de mortes seria um grande passo para dotar as populações com luz para as habitações e reduzir o número de insectos atraídos pela luz e, consequentemente, as doenças transmitidas.

Foto: Sanofi Pasteur / Creative Commons

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publicado às 21:29

O QUE FAZ A ARQUITECTURA TÍPICA DE ÍLHAVO NUM DOS BAIRROS MAIS ELITISTAS DE LONDRES?

por Mäyjo, em 15.04.15

 

Desiludida e irritada por não ter sido autorizada a demolir e reconstruir a sua casa no elitista bairro de Kensington (Londres), um projecto que demoraria seis anos a completar, Zipporah Lisle-Mainwaring decidiu pintar a sua moradia avaliada em €20 milhões de vermelho e branco. Às riscas verticais.

Esta guerrilha arquitetónica tem dois objetivos: irritar os vizinhos, que estiveram na génese da rejeição da nova moradia; e tentar levar o município a autorizar a demolição da casa. E ainda que a pacata rua seja agora local de romaria de curiosos e turistas, será improvável que o Chelsea Council se deixe enganar por tal truque, efectivado em segredo a meio da noite.

A história é surreal e incomum, mas liga-se a Portugal através das riscas vermelhas e brancas, típicas dos palheiros da Costa Nova, em Ílhavo. A forma como associamos, imediatamente, esta casa aos palheiros da Costa Nova, com tudo aquilo que as separa, é um elogia indireto a quem preservou este património arquitectónico português.

As cidades portuguesas estão cheias de edifícios históricos, fachadas incríveis e monumentos únicos ao abandono. A reabilitação urbana não só permite devolver o centro da cidade aos cidadãos mas é uma porta para a cultura e memória de um local. Quem se lembraria de Ílhavo se os palheiros fossem demolidos numa qualquer década dos últimos 100 anos?

Londres ou Ílhavo?

kensington_c

Segundo a Câmara Municipal de Ílhavo, os palheiros da Costa Nova são famosas e castiças casas de riscas existentes na praia com o mesmo nome, originalmente em tons de vermelho ocre e preto, utilizados como antigos armazéns de alfaias da pesca.

Sem título.jpg 

Até inícios do século XIX a Costa Nova era um extenso areal desabitado mas, após a fixação da Barra do Porto de Aveiro, os pescadores das campanhas piscatórias de Ílhavo mudaram-se para a Costa Nova e começaram a construir “palheiros” para guardarem as redes e outros materiais associados à pesca.

Estes eram inicialmente amplos e sem quaisquer divisões interiores e, mais tarde, divididos com tabiques de madeira que eram “decorados” com conchas de ostras. Simultaneamente, as famílias dos seus sócios, escrivães e “arrais” de outras companhias foram sendo atraídas para a zona nos meses de verão e outono, transformando-os nos actuais “palheiros”, com riscas coloridas, bem à “moda burguesa de ir a banhos” da segunda metade desse século, para que pudessem servir como habitação na estação balnear.

O Palheiro José Estêvão, mandado construir por Manuel de Moura Vilarinho, em 1808, é um belo exemplar dos originais palheiros da Costa Nova, que se mantém na tonalidade original – o vermelho ocre. A meados desse século o parlamentar José Estêvão adquiriu-o e ainda hoje se encontra na posse dos seus descendentes, onde reunia alguns dos grandes nomes da cena artística nacional e políticos da época como Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Oliveira Martins, associados à “Geração de 70” e ao movimento do “realismo”.

 

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publicado às 21:10

NOVA IORQUE: A CIDADE DOS SEM-ABRIGO

por Mäyjo, em 15.04.15

Nova Iorque: a cidade dos sem-abrigo

Em Janeiro de 2014, a cidade de Nova Iorque contabilizava mais de 60 mil sem-abrigo, sendo que 53.615 destes são assistidos, todas as noites, pelos abrigos municipais. Este número supera em 7% os dados do ano homólogo, quando 50.135 pessoas recorriam a estes abrigos, de acordo com a Coalition for the Homeless.

Segundo a organização, outros 5.000 sem-abrigo, entre adultos e crianças, são atendidos por abrigos privados, e outros milhares dormem nas ruas e outros espaços públicos.

Durante o ano de 2013, mais de 111 mil sem-abrigo diferentes, incluindo mais de 40 mil crianças, dormiram no sistema municipal de abrigo – o número de sem-abrigo em Nova Iorque aumentou 73% desde 2002.

Se fizermos as contas desde 1983, a diferença é abissal. Nessa ano, o sistema municipal de abrigo recebeu uma média de 12.500 pessoas por noite – hoje, o número ultrapassa os 50 mil. “O número de crianças sem-abrigo acolhidos pelos abrigos municipais chegou a níveis históricos, ultrapassando os 20 mil pela primeira vez na história”, explica a Coalition for the Homeless.

Uma das principais razões pela subida abrupta de sem-abrigo na última década é o aumento do custo de vida de Nova Iorque, sobretudo o preço das habitações. Muitos nova-iorquinos, para suportarem o peso da renda, recorrem a sites para arrendarem os seus quartos e salas a turistas e visitantes.

O novo mayor de Nova Ioque, Bill de Blasio, já garantiu a construção ou reconstrução de 200 mil novas casas nos próximos dez anos.

O plano prevê um investimento de €30 mil milhões (R$ 90,8 mil milhões), dos quais 60% serão para reabilitação e 40% para construção. Cerca de €6 mil milhões (R$ 18,1 mil milhões) serão suportados pela cidade, o restante por investidores privados.

Foto:  michaelrighi / Creative Commons

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publicado às 18:52

JORNAL ESPANHOL DENUNCIA POLUIÇÃO POR METAIS PESADOS NO RIO TÂMEGA

por Mäyjo, em 15.04.15

rio tamega_SAPO

As águas do rio Tâmega têm teores de arsénio e de chumbo superiores 700 vezes e 1900 vezes, respectivamente, aos valores estabelecidos como Normas de Qualidade da Água da lei espanhola, segundo o jornal La Voz de Galicia.

A notícia poluição do rio Tâmega por metais pesados está noutras publicações espanholas e também nas redes sociais do país vizinho e, de acordo com o La Voz de Galicia, tem uma origem, as obras de um túnel que está a ser construído para o TGV espanhol.

O jornal adianta que os sedimentos provenientes dessa obra são arrastados e depositados em canais da região Norte da bacia do Tâmega, sendo que essa contaminação poderá causar risco sanitário não só para a povoação de Laza – a que se encontra mais próxima do local de contaminação – mas também para toda a bacia do Tâmega. De realçar que o troço galego deste rio faz parte da Rede Natura 200.

Segundo a organização não-governamental portuguesa Quercus, as notícias estão a causar preocupação em algumas populações da região de Chaves, uma vez que na localidade de Vila Verde da Raia existe um açude que distribui água de um sistema de rega para a veiga daquela cidade.

“A população teme que uma eventual contaminação da água possa vir a afectar os solos e os produtos agrícolas produzidos na região. A água contaminada pode colocar em perigo a saúde pública através dos alimentos ali produzidos. As implicações deste tipo de poluição na água do rio Douro não são conhecidas”, adianta a Quercus.

Foto: Rui Ornelas / Creative Commons

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publicado às 15:16


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